Agora estou no meu quarto, deitada na minha cama com o notebook no colo e pensando em mil coisas...
Primeiramente na dor que estou sentindo na região toráxica desde o último domingo. Pensando sobre ir ou não no médico pra ver isso. Pensando no post que comecei a escrever aqui sobre a viagem pra SP mas ainda não terminei. Sobre o quanto eu gosto de algumas pessoas e como elas me afetam. Pensando sobre a peça do livro "Tudo que eu queria te dizer" eu passou por Goiânia e eu perdi porque estava em SP justo no fim de semana que ela veio pra cá. Pensando sobre manter ou não contato com o Boy novamente. Pensando sobre estudar astrologia, estudar musica e ler mais sobre Gestalt-Terapia. E por falar nisso lembrei que devo começar a fazer terapia nessa próxima semana, que também é semana do meu aniversário. Aniversário que até agora eu não pensei em como comemorar, e se vai valer mesmo comemorar. Pensando de novo na dor, porque ela não ta me deixando pensar em outra coisa por muito tempo. Pensando nos livros que peguei emprestado e tenho que ler. Pensando que também tenho que ler um monte de textos da faculdade que até hoje nem olhei. Pensando em ouvir ou não Adele, porque (quase) toda música dela me lembra dele. Pensando que eu ando mais carente que o usual, e até onde (assumir) isso é bom. Pensando que eu queria ter aproveitado melhor meu feriado, mas que passar o dia todo em casa não foi ruim. Pensando nessa merda de pontada que eu sinto no peito toda vez que inspiro. E pensando também se essa dor toda não teria uma ligação com o emocional. Mas, se é pra ter fato emocional ligado, qual seria o fato? Porque eu ja estive bem mal e, na época, isso não refletiu tão forte assim. Pensando sobre uma das coisas que o tumblr do zodiaco disse sobre geminianos, de preferir ser inocente a tem que encarar uma triste/cruel verdade. Será mesmo? Pensando bem essa pergunta responde. Acredito em vários outros aspectos mas duvido desse. Isso é não querer ver. Outro fato. E por falar nisso lembrei da palestra que o Felipe Ormondi vai fazer aqui em Goiânia e que eu queria ir. E também que queria que ele interpretasse meu mapa astral. Mas acho que no fim das contas nada disso vai dar certo, porque vai custar dinheiro e a coisa que eu mais tenho agora, além de dor é dívida. Tenho que aprender a lidar com essa mania de gastar, principalmente com comida e coisas supérfulas, pelo menos enquanto eu estiver endividada como agora. Ah, estou individada também porquê comprei uma caixa nova pra bateria. Tinha perdido a minha numa mini-tour entre MG e DF. Eu queria estar com as duas caixas, acho que ia ficar massa meu set agora. Falando em Set, acho que no final do ano que vem da pra comprar uma bateria nova ou fazer uma viagem massa. To pensando nisso porque me inscrevi pra um programa de bolsa la no IFG, o PIBID. Quem diria que logo no primeiro semestre eu tentaria uma bolsa, quem diria. Ainda mais um PIBID. Essa merda dessa dor não para. Domingo passado me atrapalhou a dormir, segunda, terça e quarta deu uma amenizada, mas hoje voltou com força total e me atrapalha a dormir de novo. Enquando isso eu vou escrevendo um monte de coisa, que nessa altura ja não devem fazer nenhum sentido. Mas, foda-se. Quem disse que tem que fazer sentido pra mais alguém, afinal isso aqui é MEU diário, certo. Diário mal cuidado, com pouca frequência de escrita e atualização, mas não por isso é menos diário que qualquer outro. Pausa pra checagem no Facebook e Twitter. Play na música que tava sendo carregada no youtube: Let me out do Ben's Brother. Antes de abrir essa caixa de texto aqui eu tava lembrando dessa música e resolvi ouvir. E toda vez que eu inspirto sinto a pontada entre as costelas da esquerda. Todo esse tempo a dor só do lado esquerdo. É, tem um lado emocional nisso, certeza. Mas, cadê isso explicito aqui na minha frente? Cadê? Sento pra mudar de posição e ver se essa dor melhora uma pouco, mas não adianta muita coisa. Pesquiso a letra da música pra relembrar e ver se a letra faz algum sentido ainda hoje. Lembro que essa música me lembrava a Renata. Aliás lembrei bastante da Rê ao longo do dia hoje. Saudade dela! E a letra da música, pra mim, faz mais sentido do que nunca. Talvez eu deva encontrar com o Boy pra uma conversa séria, pontual, definitiva e esclarecedora. Lançar um "let me out or let me in" ta feito. Mas, até o momento chegar deixa eu aqui que to indo bem. As coisas nesse ano, nesse meu 21º ano, estão indo bem, principalmente na parte profissinal, como previa minha revolução solar. É meu ano capricorniano. E, por lembrar disso, quero ver a revolução desse próximo ano e também dar uma conferida nos horóscopo. Sol ja está em conjunção com o sol, ta na hora de fazer isso e ver o que me espera e posso esperar dos 22. Toda vez que digo e/ou lembro que to chegando nos 22 só me vem o trecho na mente" It's sad but is true how society says her life is already over". "Triste, mas é verdade." Tenho pensado nessa última frase com bastante frequência ultimamente. "Sad but true".
Para de pensar, para de pensar menina! Ta passado da hora de dormir e você já falou mais do que devia aqui. Vamos ver se dormindo a dor passa. Essa é a esperança. Porque ela existe: a esperança.
Boa noite pra quem fica, e até não sei quando!
P.S.: Vim editar esse texto só porque lembrei que hoje começei a assistir o seriado Touch e acho que isso merece registro. O seriado me lembrou muito Dele e foi isso que me fez querer manter contato com Ele de novo... We're all connected.
E vim editar de novo porque lembrei que, quando estava despedindo da Nath no aeroporto, eu pensei em escrever aqui naquele momento. Encontros e despedidas, esse o tema do texto. E pensei também que eu tenho tanto tema que já pensei em escrever aqui que fico com a sensação de sempre estar devendo algo, mesmo que ninguém veja esse blog e eu não tenha a mínima obrigação de postar aqui. Na hora que ela tava indo pro avisão cantei baixinho a música do Milton Nascimento cantada pela Maria Rita que foi abertura da novela Senhora do Destino na globo e que se chama Encontros e Despedidas: "Todos os dias é um vai e vem, a vida se repete na estação, tem gente que chega pra ficar, tem gente que vai pra nunca mais..."
Sem mais, boa noite!
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